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Comunidade acadêmica da UFS adere ao cadastro para doador de medula óssea

Setenta e dois foi o número final de estudantes e funcionários que efetivaram a adesão ao cadastro para doador de medula óssea durante a ação promovida pelo Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), unidade da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH) que integra a Rede Estadual de Saúde em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS). O evento nesta quinta-feira, 7, faz parte da programação do X Oficina de Ciências, Matemática e Educação Ambiental (OCMEA).

“A Universidade Federal é uma instituição parceira do Hemose nos dois serviços, a doação de sangue e o cadastro de medula óssea. Esta é a segunda vez que participamos da oficina, e hoje aproveitamos o momento para sensibilizar os estudantes sobre a necessidade de também colaborar com a doação de sangue através de campanhas regulares”, comentou a gerente de Captação da unidade, Josceline Souza.

Dentre os novos cadastrados, a acadêmica de matemática, Lana Thais Santos e Silva e a colaboradora do campus, Ana Nery dos Santos. “Eu sempre tive o sonho de ser uma doadora de sangue, mas infelizmente não consegui até hoje, por causa do meu peso. Decidi fazer o cadastro para compensar, pois sei que de alguma forma irei levar minha ajuda à outra pessoa”, disse a estudante.

Para Rosivânia Marília dos Santos, que participava da oficina junto com o grupo de Laranjeiras, a realização do cadastro em Itabaiana facilitou o seu acesso ao serviço. “A gente que mora e trabalha no interior, muitas vezes não tem tempo para se locomover até o Hemose. Hoje com essa oportunidade, decidi me inscrever no cadastro de medula óssea e saber um pouco mais sobre doação de sangue”, acrescentou a funcionária pública da Escola Municipal José Monteiro Sobral.

Em sua décima edição o OCMEA, tem como objetivo divulgar os conhecimentos produzidos no Campus e integrando os acadêmicos com alunos do Ensino Fundamental e Médio de Itabaiana e municípios circunvizinhos. “Durante a oficina a gente se divide para apresentar o campus aos estudantes, com a perspectiva de despertar o interesse desses alunos para que eles possam dá continuidade aos estudos através da formação no ensino superior”, comentou Jeandson Mota Silva, membro da comissão de organização do evento e acadêmico do 6º período de ciências biológicas.

Importância

O cadastro de medula é coordenado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), através de dois bancos de dados, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e o Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme).  Quando um paciente no Brasil é diagnosticado com algum tipo de leucemia que necessita do transplante da medula, o primeiro passo é buscar um doador entre a família. “No caso de não haver a compatibilidade entre familiares, a busca pelo doador é realizada através do Redome. Por isso a importância dessas parcerias, onde divulgamos o serviço e ampliamos o número de inscritos ao registro”, concluiu Josceline Souza.

Critérios

Para fazer o cadastro é necessário estar bem de saúde, ter entre 18 e 55 anos de idade e não ter doenças infecciosas. O voluntário preenche um formulário com informações pessoais, em seguida é coletada uma amostra com 5 ml de sangue. O material é encaminhado para análise no laboratório de Histocompatibilidade (HLA), que verifica as características genéticas do doador, esse resultado é inserido no banco de dados do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Mais informações sobre o serviço através dos telefones: (79) 3225-8000, 3225-8039 e 3259-3174.

Rosangela Cruz Lima

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