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Gestores do Hemose e Huse discutem fluxos para serviços hemoterápicos

Nesta terça-feira, 7, os gestores do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), unidade da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH) participaram de uma reunião no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) para discutir fluxos de trabalho relativos a produção do sangue e o atendimento  transfusional prestado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante o encontro, na sala de reunião da superintendência da unidade hospitalar o grupo tratou de questões relativas, a Agência Transfusional (AT), serviço responsável pelo armazenamento de componentes do sangue, hemácias, plaquetas e plasma, onde são realizados testes de compatibilização entre doador e receptor, preparação e liberação da bolsa para transfusão, além de treinamentos para os profissionais que lidam diretamente com os serviços hemoterápicos.
Segundo dados do Hemocentro de Sergipe, o Huse consome cerca de 70%, do sangue coletado e processado na unidade. Realiza uma média mensal de 1.200 transfusões divididas em concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas, plasma, Fator VIII e crio precipitado. “Esse momento foi positivo, onde tratamos de assuntos diversos que tem como objetivo alinhar processos de trabalho e  firmar parcerias com o  Huse para melhorar ainda mais os serviços ofertados pelo Hemose”, destacou o superintendente da unidade, Sergio Costa Viana.
“Essa reunião é essencial para que as instituições que compõem o SUS trabalhem juntas na promoção de uma assistência  ao usuário completa e efetiva. Foi pactuado e oficializado o intercâmbio entre serviços laboratoriais, o uso de equipamentos que vem  aumentar a qualidade dos hemocomponentes direcionados ao setor de Hematologia e oncologia do HUSE e da maternidade Nossa Senhora de Lourdes”, salientou a coordenadora técnica do Hemose, a médica oncohematologista, Lourdes Alice Marinho.
O diretor técnico do Hospital de Urgência de Sergipe, Wagner Andrade, avaliou a reunião  como proveitosa em função da troca de informações sobre as especificidades dos serviços de hemoterapia. “É uma oportunidade de aproximação entre as duas gestões e, que discutimos melhorias e parcerias que possam contribuir para qualidade da nossa prestação de serviços, para juntos buscarmos sanar problemas referentes à rotina diária que envolve a dinâmica do funcionamento de uma unidade hospitalar”, ressaltou o médico.
Hemorrede
Conforme a gestora da Hemorrede, Mariamalia Newton Andrade, as atividades relativas à operacionalização da hemoterapia no Estado visa à melhoria continua dos serviços prestados aos usuários na rede hospitalar. “A gerência da hemorrede é responsável por monitorar todos os serviços hospitalares que trabalham com o sangue, começando pela captação de doadores, capacitação dos profissionais e a hemovigilância, que são os registros de notificações de reações transfusionais”, salientou a médica.
Também estiveram presentes a reunião, a gerente do laboratório de Sorologia do Hemose, Inês San Juan e o gerente da Agência Transfusional do Huse, Antônio Roberto dos Santos.

Rosangela Cruz Lima

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